30/05/2015

Ágata, a bruxinha protetora dos cristais








Ágata é uma bruxinha muito boazinha que ama a natureza.
Protege os animais cuidando dos que estão doentinhos, com suas ervas poderosas.
É especialmente apaixonada pelas pedras e admira muito os cristais.
Seu nome foi dado por sua mãe, em homenagem á esta por ser tão bela.
Em cada cantinho de sua casa, há flores e muitos cristais coloridos e de todos os tamanhos.
Um dia Ágata sonhou com uma fadinha e esta falou:
- Querida amiga bruxinha, você foi escolhida pela rainha das fadas, para ser a guardiã dos cristais de cor vermelha e marrom.
- Que honra enorme e responsabilidade! 
A fadinha continuou:
- Você é uma pessoa que respeita muito a natureza, e por isso tem condições de fazer isso com maestria.
- Fadinha amada, mas quem cuida dos cristais não são os gnomos?
- Sim!
- Então por que eu fui escolhida?
- Porque os gnomos estão demasiadamente ocupados com tanta destruição em seu planeta, e tentando equilibrar a situação.
- Nossa!
- Eles pediram nossa ajuda e selecionamos você, entre tantas pessoas de bem para essa missão.
- Cada ser humano que conserva a natureza, mesmo que não saiba é um guardião protetor.
- Estou muito feliz, e farei tudo o que for preciso. - diz Ágata.
- Sabíamos que podíamos contar com você.
E após essa conversa, Ágata acordou muito animada e apesar do desafio ser grande, tinha a convicção de que não estava sozinha.
Em seu coraçãozinho está a determinação de que de agora em diante, mais do que nunca irá trabalhar diariamente para defender os cristais e a natureza como um todo.


Elza Ghetti Zerbatto

Texto publicado em 23/04/2015 no Recanto das Letras

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24/05/2015

Concurso Nacional de Verso e Arte



Concurso Nacional de Verso e Arte


Tema:

Aromas, cores e sabores

Flores e frutas do Brasil

Destinado á crianças de 6 a 16 anos

Válido para todas regiões do Brasil

Exemplo:









Para maiores informações clicar no link de regulamento:

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18/05/2015

O mistério dos cachorros do céu









Gabriel é um garotinho de cinco anos que ama a natureza e todos seus seres.
Entre os que mais admira estão os pássaros.
Passa horas olhando para o céu e viaja mentalmente com o voo, o canto e o  bailado deles, e a alegre subida e descida pra lá e pra cá nas árvores.
Um dia estava distraído em seu quarto brincando com seus brinquedos, quando ouviu um som diferente, alegre e muito barulhento.
- Mamãe você conhece todos os pássaros?
- A mãe sorriu e disse:
- Não, filhinho só alguns poucos.
- Mamãe escuta só.
E a mãe parou o que estava fazendo para escutar.
- Quem são esses cachorros que estão latindo? - indaga Gabriel.
- Gabriel, não são cachorros.
- Mas eles latem, e quem late são os cachorros.
A mãe abriu a janela do quarto, e foi procurar quem eram os cães que Gabriel tinha ouvido latir.
- Gabriel eu conheço todos os cães dos vizinhos.
- Mamãe, mamãe ouve só.
- Quero saber quem é. - diz Gabriel.
E de repente avistam no alto de uma árvore dois pequenos pássaros verdes, que não paravam de cantar.
Ficaram atentos e Gabriel descobriu que o "latido" vinha de lá.
- Viu só mamãe, eram eles que estavam latindo.
A mãe ri muito e diz:
- Gabriel são maritacas que estão gorjeando.
- Gor o que mamãe?
- Gorjeando, Gabriel.
- Gorjear é o nome do canto dos pássaros.
- Que legal! - diz Gabriel.
-Mamãe, agora já sei quem são os cães do céu e vou contar a todos meus amiguinhos.
A mãe abraça Gabriel e diz:
- Vá sim filho. Eles irão adorar.


Elza Ghetti Zerbatto

 Texto integrante do livro Jardim das poesias e contos infantis, publicado pela Editora Mago de Oz em 2016 na 24ª bienal de São Paulo

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13/05/2015

Faça fumaça (humor)











Uma abelha, duas abelhas, três abelhas e....
De repente a cozinha estava invadida.
E o medo de ser atacada?
Agora sozinha peço ajuda para quem?
Com certeza não será para o Chapolin Colorado.
Vamos lá.
São Francisco socorro!!!!!
E a abelhada toda agitada vinha em minha direção, e eu morrendo de medo de ser atacada.
Quem já foi ferroado sabe quanto dói.
Liguei para uma amiga que já morou em sítio e ela calmamente me disse: faça bastante fumaça, aí elas vão se afastar.
E quem falou que consegui chegar perto do armário para ver se tinha casulo?
Zum pra cá, zum pra lá e eu no meio, ainda tentado fotografar.
Aha! 
Bingo, mirei o celular em direção a elas, mas quem falou que deu certo?
Coloquei o coitado em cima da geladeira e com uma mão segurava a panela com jornal e cânfora queimando, e a outra livre para espantar a bicharada.
Pensei:
- Misericórdia! 
- Se elas não fugirem pela janela vou chamar os bombeiros.
O chão ficou preto de tanto jornal queimado, varetas de incenso também, enfim a cozinha ficou purificada,rs.
Mas demorou para a galera ir embora.
Ufa, que susto!
E nem adianta ninguém dizer que não tem medo de abelhas.
Uma só dá para encarar mas, as danadas chamam umas as outras e quando você vê já está no meio da baderna.
Será que ainda tem algum vestígio delas?
Tomara que não.
Na dúvida de enxame, se a fumaça não adiantar, o negócio é os bombeiros chamar.
Sugestão: acalme-se se um dia isso acontecer contigo, e lembre na dúvida faça fumaça e bote sua fé em prática!


Elza Ghetti Zerbatto


Publicado em 09/12/2014 no Recanto das Letras

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06/05/2015

Classe média e feriado = supermercado (crônica)









Bom, para aqueles que não viajam em  feriados, o que sobrou de opção de distração mais econômica?
Hum, deixe-me pensar...
Baixar filmes, lavar o carro, fazer churrasco, visitar amigos, receber sogro, cunhado, assistir um filminho da hora, com direito a  uma básica pipoquinha, visitar algum parque, cinema.
Mas para a classe média nem sempre tão abastada, o que sobrou?
Hehehe, yes! 
Supermercado!
Dia de oferta, obaaaa!
Aquele tumulto total.
E é hora de achar um carrinho e cadê o moço?
É mais fácil ganhar na mega-sena que encontrá-lo.
Você vira o corredor e dá de cara com um pirralho correndo e atropelando o seu carrinho, logicamente batendo no seu dedinho do pé.
Não podemos esquecer daqueles amigos que não se veem há tempos e resolvem atualizar suas novidades, conversando no cantinho ou meio do corredor.
A vovó e o vovô que caminham devagarzinho com a calculadora na mão, pois com suas ricas aposentadorias, só mesmo comprando programado e minguado.
O cara de terno e gravata, que esqueceu-se que não é dia de trabalho, mas precisa "programar" suas compras pois sua semana será corrida.
Os adeptos do celular.
Esse tipo é interessante, pois não desgruda do danado, nem para pegar as coisas. Aí fica aquela situação "linda": uma mão na orelha e a outra nos produtos que muitas vezes se contorce para pegar, pois afinal precisa ser malabarista e dos bons, para fazer tudo sozinho, sem nada derrubar.
Agora sem ofensas e essa é para todos:
" A mágica gôndola das promoções " - tradução:
- lugar ideal para você levar pisões, braçadas, trombadas, e não esquecendo dos distraídos, que largam o carrinho e nem se lembram que ali não é deles, e detalhe, se você reclamar que ele atrapalha, ainda corre o risco de ser xingado: lógico que isso não se aplica ao  bem-educado.
A padaria. 
Por que será que sempre falta saquinho ou ferrinho para fechá-lo justamente quando você encosta para pegá-lo?
Quando você consegue se deslocar, após cruzar o "trânsito pesado" á sua frente, o produto que você tanto quer não tem mais?
Crianças levadas!
Aquelas cujas mãos nervosas tocam tudo, sem esquecer que esses anjos resolvem brincar na esteira e tudo de aparelhos de ginástica.
Cadê mamãe e papai nessa hora?
O casal indeciso:
- Amor, o que vamos levar para o jantar hoje?
- Ah, benhê, não sei.
- Você é quem sabe.
O curioso: olha tudo, compara, pensa e repensa e leva só uma coca-cola!
Agora não podemos deixar de falar nas colossais filas:
- Eita beleza!
Teste de paciência, simpatia, lugar para fazer novos contatos, ou ser enganado pelo falso tonto que diz estar junto ao fulano, e aponta para o início da fila e pede licença para passar ou vai empurrando rapidamente.
A vovó que dá tudo o que o neto birrento pede, e o que é mais dolorido e tragicômico, quando você, é você mesmo, se lembra que esqueceu após meia-hora na fila, de pegar a manteiga que foi a causa da sua vinda ao supermercado!
O reclamador de plantão que bufa o tempo todo, e parece uma enguia dando choque em quem está á sua frente, trás ou lados.
Enfim chegou a sua vez de ser atendido.
- "Que alegria e alívio!".
- É cartão ou CPF na nota? - pergunta mecanicamente a atendente.
- Precisa carregar o cartão ou é só isso?
- Próximo.
Então meus amigos, lhes digo que esse dramalhão rotineiro pode ser resumido numa só frase:
- Classe média e feriado = supermercado


Elza Ghetti Zerbatto

Texto publicado em 07/12/2012 no Recanto das Letras

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Imagem: www.baixaki.com.br

Delicadezas da mãe natureza, meu blog recém-criado

  Uma linda menina borboleta, que veio em casa me visitar, e deixou-se fotografar e pousar em minha mão. Bom dia!...